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Sexta-feira, 18 de Outubro de 2019, 10h:53

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Ex-funcionários da Fazenda Marabá ameaçam realizar novo bloqueio caso parcela de acertos trabalhistas não sejam pagas

Essa não é a primeira vez que os trabalhadores tentam bloquear a entrada de uma propriedade do grupo, há menos de dois meses essa situação foi divulgada pelo Diário.


Imagem de Capa
Paulo Pietro

Um grupo de ex-funcionários do Grupo JPupim, precisamente da Fazenda Marabá, estão ameaçando mais uma vez paralisar a entrada e saída de veículos de transporte de cargas, da Fazenda Vertente, outra que pertence ao grupo e está realizando atividades. 

 

Eles entraram em contato com nossa reportagem e alegam que mais uma vez não estão recebendo as parcelas do acordo realizado quando decidiram sair da fazenda. O grupo que tem aproximadamente 15 ex-funcionários, nos relevaram que quando decidiram sair dos empregos, pois já não recebiam salários corretamente e muito menos os direitos trabalhistas, como férias e o depósito do FGTS, realizaram um acordo para receber os dividendos em 11 parcelas, porém o grupo não está cumprindo sequer com os valores combinados. 

 

“Eles não nos levaram em nenhum local para fazer esse acerto e rescisão, não foram no sindicato, não realizaram nenhuma homologação, tudo foi realizado lá na fazenda mesmo, no escritório. Para se ter uma ideia foram depositados as parcelas do FGTS somente nos primeiros anos em que estávamos lá, assim que começou a ter dificuldades esses depósitos foram interrompidos e simplesmente ficamos sem esse amparo. Eles disseram que iriam realizar esses depósitos atrasados, conforme iriam pagando as parcelas do acerto, mas até agora não realizaram nenhum,” disse o ex-funcionário que preferiu não se identificar.

 

Essa não é a primeira vez que os trabalhadores tentam bloquear a entrada de uma propriedade do grupo, há menos de dois meses essa situação foi divulgada pelo Diário, segundo as informações na ocasião, o Grupo JPupin negociou e pagou as parcelas atrasadas, porém a ultima parcela venceu no ultimo dia 30/09 e o pagamento não foi realizado, o grupo pediu mais 10 dias de prazo e novamente não cumpriu o combinado. 

 

“Nós já saímos do emprego sem receber nossos direitos devidos, essas parcelas de acerto é o dinheiro que estamos tentando sobreviver com muita dificuldade até conseguir encontrar outro trabalho, mas eles nunca cumprem nada que combinam conosco, pode até não ser o ideal, ninguém queria isso, mas vamos ter que bloquear a entrada novamente, já que não temos mais aonde recorrer,” desabafou o trabalhador.

 

Nossa reportagem tentou entrar em contato com o grupo através de telefones disponibilizados, mas ninguém respondeu nosso questionamento até o fechamento da matéria.         

 

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